Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Desculpem a minha ausência!

 

Desculpem a minha ausência, mas o Verão com as suas explanadas são irresistíveis, a acrescentar a isso, o cansaço de escrever aperta…Afinal já são quase 4 anos de vida de escriba – ai, eu e o Egipto!
 
 
Pedem-me que escreva sobre vários assuntos, nomeadamente sobre Amor incondicional, justiça, etc… mas de Amor incondicional eu não sei nada e de justiça ainda menos porque nós vemos a justiça apenas sobre o nosso prisma, verdade? Poderíamos debruçar sobre a Justiça Divina, mas, como ser humano cheio de falhas, há muito pouco que eu possa dizer…
 
Tenho um rascunho começado há semanas, talvez até já meses, cujo título era: O paradoxo da liberdade – Vamos ver se o termino.
Está muito na moda sermos independentes e livres; os laços afectivos dão trabalho, portanto, o que é giro é ter uma relação aberta, sem nome, sem estatuto, sem obrigações… Conheço algumas pessoas que se enganam desta maneira, inclusive, dizem que o que está a dar é ter romances com pessoas comprometidas, “assim não chateiam” dizem elas… Estes seres ludibriam-se com estas formas de pensamento que só denota insegurança, medo, um terrível medo de se envolverem e de virem a sofrer. Serão traumas de infância? Podem ser mas há quem tenha tido vidas difíceis e consiga superar. Não, é claramente uma opção de vida.
 
A (tão desejada e incompreendida) Liberdade, sempre foi e sempre será, irmã da solidão. A primeira vez que me apercebei disto fiquei em choque, porque é tão verdadeiro este aforismo. Estaremos nós preparados para viver em solidão?
 
Ora bem, solidão… Um facto é verdade, só sente solidão quem ainda não fez o seu trabalho interno de crescimento, porque quem já o fez não sente tal peso. Quem já o fez sente-se bem sozinho ou acompanhado. Sente-se preenchido estando só ou não. Todos um dia chegaremos aqui, sem dúvida. Mas a grande maioria de nós está longe de estar neste estágio. A grande maioria de nós ainda precisa do outro para se sentir completo – outra mentira que nós inventámos, porque nós em termos espirituais não precisamos de ninguém. Podemos estar acompanhados e estarmos bem, mas precisar, depender, ter apegos, não faz parte da alma de um ser superior. Isto não quer dizer isolamento, nem pensar! Nós somos “bichos sociais” e devemos ser. Só assim aprendemos. Só com as experiências quotidianas evoluímos, desengane-se quem ache o contrário.
 
Não será necessário pararmos para pensar acerca do que queremos? É claro que queremos ser felizes, é óbvio! Então porque não somos? Muitos é porque as circunstâncias não são favoráveis, as pessoas certas não aparecem, outros é porque dá trabalho um divórcio - para além de perderem status, perdem bens, etc. -, mas outros não são porque não querem laços, compromissos, acham que são amarras, mas há lá coisa melhor que nos sentirmos próximos da pessoa que gostamos/admiramos?! É tão bom namorar, dar mimos, receber mimos, partilhar… acordar ao lado da  pessoa  que nos faz brilhar os olhos? Será que as “one-night stand” trazem esta alegria e plenitude? Estragamos tudo com pensamentos do género “e se isto acaba?”; “ele/a vai partir-me o coração!”, “Será que estou à altura dela/e?” QUE ESTUPIDEZ! Que falta de auto-estima, meus senhores!
 
Quando acabar o relacionamento acabou! Tudo acaba! Tudo nasce, cresce e morre! Bom, a maneira como morre convém que seja com dignidade, mas senão for, ficamos de bem com a nossa consciência! Há que viver tudo, seja em que área for com intensidade, senão a vida é uma seca! Nós temos que pensar que um dia destes a vida acaba. A qualquer momento isso pode acontecer, então vamos lá VIVER e não jibóiar!  
 
 
Arrastamo-nos pela vida sem entusiasmo, sem sal! Somos velhos precocemente… Mas, se pensarmos e se conversarmos com gente mais velha, o que ouvimos é um lamentar profundo por não terem vivido mais, por não terem aproveitado as oportunidades e desafios que a vida lhes propões… mas ai, já é tarde… Será que é assim que nos vamos querer sentir daqui a 20/30/40 anos?
sinto-me: Tranquila
publicado por esferafeminina às 19:35

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Quem sou eu

Desde sempre procurei respostas para as discrepâncias sociais e outras, existentes no mundo. Ainda continuo à procura, apesar de já ter uma vaguíssima ideia do que pode estar por detrás das aparentes desigualdades. Os Deuses não são injustos, o Universo tem uma Ordem que está para além do nosso entendimento. Tudo tem um sentido Maior. Os Deuses esperam-nos.

Acerca de mim

Vera Xavier
Taróloga desde 2002, trabalha como Terapeuta de Desenvolvimento Pessoal, Reiki, Cura Quântica e Leitura da Alma. Ministra cursos de Meditação, Tarot e Reiki Magnificado.

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