Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Vampirismo energético

Não, não abandonei o Blog, só não tenho tido computador em casa e como durante o dia é mais difícil de ter tempo e concentração, não tenho o actualizado. Mas cá estou às voltas com mais umas questões.

Há uns dias vi, acho que no Discovery Channel, e muito a propósito do que falámos há uns dias, um programa acerca de vampirismo. Pois é, então, os vampiros podiam ser sanguinários ou não. Senão bebessem o sangue do pessoal, sugavam-se… a energia. Verdade! Então lá se viam uns moçoilos vestidos de negro, claro, é a farta, com umas maquilhagens de um terrível mau gosto e extremamente pálidos… pois, o Sol à noite não bronzeia.

Várias questões me assolam, por exemplo:

O que é que leva a alguém a ser… vampiro?! Que é uma forma de se auto marginalizarem, é óbvio, mas não podiam ir trabalhar para o campo, por exemplo? Ou para uma mina? Se se querem esconder… O que é que leva a mulher, talvez mais velha do que eu, portanto que já devia ter juízo, que falava em nome duma seita, a assumir-se como vampira energética?! Será que ela é paga por isso? É porque ela falava com a mesma naturalidade com que eu digo que sou terapeuta! Ou que sou cristã! Ou que gosto de ler. O “padre” dos vampiros, que nunca deve ter sentido o Sol naquela carinha, supostamente assustadora, era uma figura de dar dó. Era nítido que ele não tinha nada para dizer!O que será uma “missa” vampírica? Que rituais farão? Um dos vampiros disse que o sangue lhes dava uma fortíssima pujança sexual… hum, mas a malta cá fora tem uma sexualidade pujante - uns mais que outros, pois -, e não bebe sangue! 

É evidente que há um background estranho ou pesado por detrás duma decisão destas. Numa primeira fase, provavelmente, quiseram chocar os pais, a comunidade, mas isso todos nós fizemos, de uma forma mais ou menos subtil, verdade? Depois crescemos e percebemos que os únicos prejudicados com essas loucuras éramos nós mesmos, certo? E lá enveredamos por outros caminhos mais calmos. É a ordem natural da vida.

Aos 17 anos eu andava a colar cartazes do partido do contra só para chatear algumas pessoas e porque achava divertido, mas agora já não me vejo a correr à frente dos “maus”!

A rebeldia e o inconformismo são saudáveis e estimulantes, eu acho, mas enfim, bom senso também faz jeito.

A reportagem foi decorrendo e eu ia tendo alguma dificuldade em fechar a boca, tal era o meu espanto. Eis, então, que de repente, a vampira mor e uma “vítima” aceitaram ser sujeitas a uma experiência com os cientistas da Nasa. A vítima foi ligada a uma máquina que lê/vê/mede auras – e não áureas como muita gente diz - e a vampira começou a fazer a sua performance. Foi incrível. À medida que a “sugadora” foi roubando a energia, a aura da desgraçada da vítima foi escurecendo e ficando com buracos!

Como é que dizem os espanhóis? Não acreditam em bruxas mas que as há, há!

Nós achamos que o mundo vive mais ou menos todo da mesma maneira, mas este caso vem relembrar que nós nem fazemos ideia das diferentes realidades que existem por este lindo planeta afora… definitivamente, umas bem mais agradáveis que outras.

sinto-me: Solar!!! Muito solar!
publicado por esferafeminina às 17:18

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Crónicas de uma Tarologa - parte III

 

Desengane-se quem ache que ser Tarologa, ou qualquer outro tipo de terapeuta é fácil. De quando em vez bate o cansaço por ser energeticamente desgastante, especialmente para quem se entrega e vive as emoções como eu vivo. Para mim é terrível ter que dar uma má noticia. Fico realmente desconfortável e como tento dizer as coisas da melhor maneira possível acabo por fazer um esforço extra. Mas que vale a pena, vale! Quando percebo que o meu consultante recebeu a mensagem, que entendeu a minha linguagem, que houve sintonia, fico muito feliz, e vou pra casa agradecendo mais um dia de trabalho. Sinto-me cansada mas feliz.

 

 

O contacto diário com pessoas diferentes, vivências diferentes, background diferentes é muito interessante e o que se aprende é inimaginável.

 

Ontem tive o prazer de atender um casal em que o senhor tinha 76 anos e a senhora pouco menos. Uma senhora muito bonita, muito charmosa e bem cuidada, mas ao mesmo tempo era muito simples e com um sorriso de menina. O senhor era um charme só! Bom conversador, tipicamente geminiano, tão bom conversador que já tinham passado 45m desde o início da consulta e eu ainda não tinha tocado nas cartas!

Eu adoro ouvir histórias de vida, sempre gostei, não por ser cusca, mas porque se aprende sempre muito. Eu estava encantada, não só com a juventude do senhor, como com a energia que envolvia o casal. Há 50 anos juntos e imagine-se que a senhora ainda se ria das piadas dele! Piadas que já deve ter ouvido centenas de vezes! Não é lindo?! Faz-nos acreditar que ainda é possível... Notava-se que o senhor tinha já feito das dele, mas só coisas leves dizia: “Nunca me passou pela cabeça enganar a minha mulher!” Os meus olhos procuram os da senhora e ela sorriu, um sorriso tão lindo e apaixonado que o meu coração apertou-se de comoção. 50 anos juntos!

 

Isto vem confirmar aquilo que eu “temia”; pode acontecer a qualquer um de nós. Deve dar uma trabalheira terrível; deve envolver umas lágrimas, umas dorzitas de quando em vez, mas será que não faz parte? Envelhecer ao lado de quem se admira, por quem os nossos olhos ainda brilham, não vale a pena?! Vale com certeza! Apesar de ouvir todos os dias o contrário, ou seja, que os divórcios são muito e cada vez mais degradantes, a enorme falta de respeito com que as pessoas se tratam - o desrespeito até pelos filhos que assistem a tudo e mais alguma coisa -, a falta de comunicação entre o casal que leva ao afastamento, à forma desumana como se resolvem e dissolvem as relações… Apesar disto tudo, eu ainda acredito no amor!

Casmurra a rapariga!

sinto-me: Apaixonada!
publicado por esferafeminina às 02:04

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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Maldade, maledicência e a inveja.

Maldade, maledicência  e a inveja. As três inseparáveis irmãs.

Por detrás destas “tristes raparigas” há sempre um sofrimento bem marcado, uma amargura de dar dó. Elas culpam a vida, elas culpam a circunstâncias e refugiam-se nas desgraças que enfrentaram…

 

Mas nós conhecemos muita gente que teve vivências e experiências dificílimas e que estão de bem com a vida, não é verdade? A questão é que há sempre vias alternativas; a da Luz e a da sombra.

E não me venham dizer que isto tem só a ver com formação moral de base, porque conheço irmãos que tiveram a mesma educação e são diferentes como a água e o vinho.

 

Um dia destes alguém me disse que cada vez gostava mais de gente imperfeita. Fiquei espantadíssima. Bem, eu não conheço gente perfeita… há pessoas que de facto adoram gente mesquinha, que estranho, não é? Dás-lhe pica dizer e ouvir mal dos outros? Alguém disse que criticar os outros é uma maneira desleal de nos elogiarmos a nós próprios. Faz sentido…

 

Há uma ideia generalizada de que as boas pessoas são totós. É claro que quem acha isso nunca deambulou por esferas intelectuais interessantes, senão nunca diria uma barbaridade destas. Ser contestatário, ser irreverente não quer dizer que se seja maldoso ou invejoso. Os primeiros sindicalistas, a quem tanto devemos, não eram nada disso, bem pelo contrário, eram audazes defensores da justiça, gente desfavorecida mas muito inteligente e bem formada.

 

Quando ouço comentários mordazes ou provocações vazias e sem o intuito de gerar uma discussão inteligente  e lúcida, ainda me espanto… ainda toca no meu peito… Não consigo entender aquele gozo que as pessoas sentem ao magoar as outras. Porque têm necessidade de ferir, de amesquinhar, de tentar humilhar, às vezes, até quem nunca lhes fez mal?! Só pode ser uma questão de falta de auto-estima. Será que foram mal-tratadas em crianças? Mas lá está, há crianças que foram desprezadas, etc., etc,. e hoje são seres de bem com a vida.  

 

Há uns tempos atrás recebi um email de uma mulher que me perguntava se conhecia alguém que fizesse... amarações! É evidente que essa pessoa nunca leu nada do que escrevo, porque se tivesse lido, nunca me perguntaria tal coisa! Será que ela nunca ouviu falar da Lei da Causa e Efeito? Será que acha que fazendo mal lhe virá o bem? Será que nao sabe que tudo se paga? Será que ela conseguiria viver ao lado de alguém obrigado??? Parece que sim... Que falta de dignidade, meus deuses!

 

Adoro conversas irreverentes, adoro despiques inteligentes, aceito provocações bem-dispostas, mas a inveja – que é a base desta conversa toda - deixa-me triste; agora imagine-se a desgosto dos anjos da guarda destes seres! Mas Eles mantém-se lá, sempre na esperança que o grande dia chegue! E há-de chegar, indubitavelmente, seja amanhã seja daqui a milhares de anos. E o Paraíso ali à espera…

 

Que a Luz se faça sentir nessas mentes infelizes e que acham que não têm alternativa. Têm sim, e um dia verão isso.

Legenda da foto: Dia do Julgamento.

Se o teu coração pesar mais que uma pena, voltas para baixo!

sinto-me: Tranquila
publicado por esferafeminina às 00:02

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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

Em defesa do nosso território

 Um dos livros que estou a ler agora chama-se “A defesa da alma”, de David Livingstone. Ele aborda de forma muito clara a questão da defesa psíquica que devemos ter em conta e cada vez mais.

Por acaso, já tinha pensado em organizar um workshop sobre este tema, que é bem mais importante do que se imagina à primeira vista.

Os ataques energéticos são bastante mais constantes do que pensamos e nem é preciso ir a uma grande superfície ou a um bairro problemático – sítios sempre carregadíssimos de energias densas -, no nosso emprego pode acontecer e acontece constantemente e sem aviso. Quem é mais sensível percebe esses ataques, quem não é, acha que está cansado ou mal-humorado porque… porque está.

Há que aprender a defender o nosso território também ao nível etérico, porque, apesar de estarmos defendidos pela nossa aura, ela não aguenta tudo e com o tempo e com a nossa falta de “manutenção”, ela vai cedendo. Essa cedência dá origem ao cansaço e o cansaço às doenças. Como sabemos a grande maioria das doenças são psicossomáticas e as doenças psicossomáticas têm também e muitas vezes origem no nível energético/etérico. Devemos cuidar do corpo físico, mas temos que aprender a proteger a nossa Alma – isto é uma força de expressão, o que temos de defender é a nossa aura, porque à Alma dificilmente alguém lá chega.

E é muito mais simples do que se pode pensar. Basta usar aquilo que chamamos imaginação, mas usa-la de forma firme e criativa. A imaginação provêm da mente e a mente é poderosíssima. Então, devemos usa-la a nosso favor e não a desfavor como é habitual.

Exercício: Antes de entrar num sítio que sabe ou que sente que pode estar “pesado”, imagine-se envolvido/a numa armadura, numa pirâmide, num ovo (o ovo aurico) , numa bolha de ar que pode ser de luz violeta – cor da transmutação, é fortíssima esta cor – ou em dourado – cor do Amor-sábio – ou ainda em branco – a cor da pureza. Mas isto tem de ser feito com muita firmeza. O mesmo pode ser feito quando sentimos que temos “carga” a mais. É simples e vale a pena tentar. Depois conte-me como foi : D

sinto-me: De volta!
publicado por esferafeminina às 01:19

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

...

 

 

No Sábado houve um outro curso de Reiki . Era um grupo pequeno mas harmonioso, como convêm. Acho que correu bem apesar da heterogeneidade entre as pessoas presentes. É fantástico como eu aprendo sempre algo novo e em como me sinto feliz ao fazer cada Iniciação. Acabo sempre cansada mas muito realizada.

 

Na terça-feira também começou um novo curso de Tarot que é semanal e que também me dá muito prazer em ministrar.

 

Tenho vindo aperceber-me há algum tempo que algo me era pedido para mudar em termos de carreira. O Dependurado saiu-me duas vezes na casa VI, do trabalho, o que quer dizer que eu deveria parar para compreender que me estava a ser pedido. Apesar de adorar as minhas consultas – a maioria delas -, elas são de facto desgastantes. Talvez tenha que dividir melhor o meu tempo entre as consultas e terapias e os cursos… talvez seja isso.

 

Sinto-me cansada… Na 4ª feira fui levar a minha doce monjinha ao aeroporto de volta a Amaravati e tive uma enorme vontade de ir com ela. Senti um forte aperto no coração, tal foi a emoção e a tristeza de não ir com ela. O impacto desta emoção foi tal que perguntei ao Tarot, desta vez atraves do meu querido Prof. Vitor Martins,  se a minha evolução pessoal, se a minha missão na Terra poderia passar por uma experiência como monja. A resposta foi aquela que eu já sabia. NÃO! Adoro aquele mosteiro, quero viajar, quero ir à Índia - mas esta viagem requer uma prévia preparação visto que este país/continente tem tanto de espiritual como de desumano -, vou ao Brasil, a Figueira ao centro do Trigueirinho, lá para o próximo Inverno, mas vida monástica não é para mim. Eu sou comunicação, eu preciso de pessoas, de Teatro, de cinema, até dos meus jantares com os amigos ao Sábado à noite e de uma ida ou outra – cada vez mais escassas – ao BBC para dançar e espairecer.

 

Somos estranhos, não somos? Eu gosto da minha rotina, da minha vida, mas cada vez mais preciso de estar sozinha e em retiro, e Amaravati representa isso mesmo; paz e equilíbrio entre os momentos de trabalho em grupo e os de meditação e trabalho pessoal e interno. MAS tu vieste de lá em Novembro, Vera! Pois é, juízo, agora só lá vais em Junho!

 

Nos últimos quatro anos, só este ano é que tive mais semanas de férias, mas ainda assim, talvez não tenham sido suficientes, visto que os 3 anos anteriores quase nem fui à praia sequer. Lembro-me que em 2006 devo ter ido à minha Zambujeira do Mar, talvez… um fim-de-semana. Ah, mas no próximo ano eu vingo-me! Vou à Índia, sim senhora!

 

 

Sinto falta da minha liberdade! Sabem o que quero dizer? Apesar de me considerar um ser livre, sinto saudades de uma liberdade diferente, mais ampla, mais intensa... Foi me dito que pertenço à ascestral hierarquia Cigana, o que me fez todo o sentido. Sinto falta do deserto, das roupas soltas, alegres e confortáveis... de dançar ao som da fogueira e do vento...

Alguém me dá um complexo vitaminico, por favor?!

Bom, vou acabar as previsões mensais… Desculpem senão estiverem muito boas, mas a cansaço não ajuda a que a inspiração flua, vai dai, peço a vossa compreensão. Vá, sejam bonzinhos. Eu cá por mim vou tentar melhorar o estado da minha alma.

sinto-me:
publicado por esferafeminina às 01:15

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Quem sou eu

Desde sempre procurei respostas para as discrepâncias sociais e outras, existentes no mundo. Ainda continuo à procura, apesar de já ter uma vaguíssima ideia do que pode estar por detrás das aparentes desigualdades. Os Deuses não são injustos, o Universo tem uma Ordem que está para além do nosso entendimento. Tudo tem um sentido Maior. Os Deuses esperam-nos.

Acerca de mim

Vera Xavier
Taróloga desde 2002, trabalha como Terapeuta de Desenvolvimento Pessoal, Reiki, Cura Quântica e Leitura da Alma. Ministra cursos de Meditação, Tarot e Reiki Magnificado.

Consultas & Cursos

Consultas de Tarot e Desenvolvimento Pessoal
Terapias de Reiki e Cura Quântica
Cursos de Reiki Magnificado e de Meditação (mensais) Rua Tomás Ribeiro, 45 - 7º, esquina com A. Fontes Pereira de Melo, Lumiar, Lisboa geral@veraxavier.pt Telefones: 931168496 www.veraxavier.com Vera Xavier

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