Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Meditação II

Meus mui queridos companheiros de percurso.

Quero partilhar convosco este texto que achei muitíssimo bom e que pode vir a motivar alguns a entrar por este maravilho caminho da Meditação. É sem dúvida o caminho mais rápido para chegar Lá.

 

É looooongo o texto, bem sei, mas podem lê-lo em suaves prestações.

 

MOTIVAÇÃO

Quando nos sentamos para começar uma sessão de prática e examinamos o nosso espírito, por vezes surpreendemo-nos por descobrir que ele está espontaneamente positivo. Noutros momentos achamos por bem agir, já que a disposição interior não é verdadeiramente positiva. Acontece ainda que o espírito pode dispersar-se num estado nem positivo nem negativo. A deixá-lo vaguear à sorte, não surtirão efeitos nem positivos nem negativos, só perdemos tempo e energia.

Observar regularmente o seu espírito para registar a sua orientação é um hábito a adquirir, mesmo fora de toda a prática espiritual. Obteremos assim, pouco a pouco, uma abertura autêntica, permitindo ter uma atitude construtiva em todas as circunstâncias. Uma tal disposição revela-se preciosa na vida quotidiana. Ao contrário, um espírito negativo faz nascer tensões que acabam por perturbar a comunicação, seja em família ou na vida profissional e social.

Tudo está estreitamente ligado à perspectiva que escolhemos adoptar. Com um estado de espírito positivo, podemos transformar todas as suas actividades. Mesmo as tarefas fastidiosas tornam-se interessantes, e as tensões interiores que elas ocasionavam antes desaparecem...

No princípio, é preferível sentarmo-nos para habituarmo-nos a tomar consciência da inclinação do nosso espírito. Quando despejamos água lamacenta num recipiente, é preciso deixar decantar para que ela reencontre a sua limpidez. Estando alguns instantes tranquilos e sem tensões, vemos melhor em nós mesmos. Com tempo, essa faculdade torna-se natural. Consciente sem demora do que se passa no espírito, não nos deixamos mais ser assaltados por sentimentos negativos ou por sonhos inúteis que não se realizam nunca.

É preciso um ambiente especial para fazermos acalmar o nosso espírito e observar a sua atitude? Todos nós sabemos que é muito difícil encontrar um lugar solitário e sagrado. Na realidade, a casa, o escritório ou o carro são também lugares propícios. Onde quer que estejamos, o importante é consagrar alguns minutos a este exercício. Tiraremos proveito dos mais pequenos instantes. A calma irá estabelecer-se gradualmente, para tornar-se habitual, depois natural. O exame da motivação faz-se então de maneira espontânea, mesmo em plena actividade, o que é precioso se temos intenção de pisar terrenos férteis em conflitos como o trabalho e a família; aí onde outrora o espírito teria sido solicitado em várias direcções, será mais fácil ficar calmo e construtivo.

Postura e Respiração
Para funcionar, o espírito apoia-se nas energias mais ou menos perceptíveis que circulam nos canais físicos ou subtis, consoante o caso. No Tibete, nós comparamos a energia a um cavalo selvagem e cego montado por um cavaleiro inteligente mas deficiente... Uma postura correcta mantém os canais direitos e permite que a energia circule livremente e sem choques. Expulsar o ar viciado e desfazer os bloqueios alojados nos canais grosseiros e subtis purifica o corpo e o espírito, que reencontram assim um equilíbrio harmonioso.

A postura de meditação budista em sete pontos
A utilidade desta postura é extensamente explicada nos textos sobre os diferentes yogas. Mas sucintamente, o objectivo é permitir aos elementos subtis nos diferentes centros do corpo que recuperem o seu equilíbrio.
· As pernas estão na posição de lótus ou de vajra (cruzadas uma sobre a outra) ou na posição dita do bodhisattva (cruzadas uma à frente de outra).
· A coluna vertebral é mantida direita como uma flecha.
· Os ombros estão puxados para trás, « como as asas dum abutre ».
· As palmas das mãos estão postas sobre os joelhos; ou ainda, a mão direita repousa dentro da mão esquerda ao nível do umbigo, as palmas das mãos viradas para cima com a extremidade dos polegares em contacto.
· A língua, nem enrolada nem crispada, repousa confortavelmente contra o palato;
· Os olhos podem estar abertos ou fechados.
· No caso presente, deixamo-los numa posição perfeitamente natural, nem fechados, nem encarquilhados;
· A cabeça não deve pender nem para trás nem para a frente: o pescoço deve estar direito e o queixo ligeiramente para dentro, de forma a manter a coluna direita.
· Cada ponto desta postura tem a sua importância. Por exemplo, pousar as palmas das mãos sobre os joelhos, ou pousá-las uma sobre a outra ao nível do umbigo, equilibra as energias físicas e estabiliza o espírito. Com efeito, cada um dos principais centros do corpo, ou chakras, está relacionado com um dos cinco elementos: a água, o fogo, a terra, o vento e o espaço (que chamamos por vezes de metal ou madeira). É suficiente tocar em vários sítios do corpo para nos apercebermos de que certas zonas são mais quentes que outras. Isso indica que as energias se parecem consigo mesmas em pontos particulares do corpo.

Expulsar o ar viciado
No exercício que se segue, trata-se de, durante a expiração, expulsar todas as energias perturbadas pelas acções negativas (uma acção pode ser física, verbal ou mental) praticadas sob a influência dos cinco venenos (4). O ar expirado drena também os bloqueios físicos ou mentais que daí resultam, fontes de irritação, de tensões e de reacções agressivas. As cinco «emoções perturbadoras» tornam-se de facto em energia e alteram a saúde, a paz mental e o ambiente circundante.

Adoptem a postura em sete pontos, as palmas das mãos pousadas sobre os joelhos. Apoiem a extremidade do polegar na base do anelar de cada mão, e mantenham uma ligeira pressão, o que terá por efeito converter a energia negativa em energia positiva. Depois, inspirando normalmente, levem a mão direita à cara, tapando a narina esquerda com a extremidade do anelar e expirando pela narina direita, enquanto abrem a mão esquerda pousada sobre o joelho esticando os dedos. Enquanto expiram, considerem que estão a expulsar todas as energias poluídas pelo ódio e pela agressividade. Pensem que libertam assim os bloqueios em todo o corpo, e que todos os nós subtis se desfazem.

Repousar a mão direita sobre o joelho e, durante a inspiração, levantar a mão esquerda. Tapar a narina direita com a extremidade do anelar. Com os polegares pressionando sempre a base dos dois dedos anelares, expirar pela narina esquerda esticando os dedos da mão direita. Ao mesmo tempo, considerem que estão a expulsar as energias adulteradas pelo apego egoísta; pensem que todos os bloqueios físicos e subtis ligados ao desejo, à frustração e à inveja se desfazem. Apegar-se aos seres e às coisas procurando um prazer pessoal e imediato bloqueia a corrente da alegria e da felicidade verdadeiras.

Finalmente, fechem os punhos sobre os polegares, pousem-nos sobre os joelhos e inspirem lentamente, depois expirem com força pelas duas narinas. Abram as duas mãos esticando os dedos. Considerem que expulsam a energia adulterada pela ignorância. Pensem que os bloqueios devidos a conflitos exteriores e interiores causados pela ignorância se dissolvem. A ignorância fundamental mantém-nos num estado de confusão; desorientados, agimos sem compreender realmente os actos, nem mesmo ter uma clara consciência, e isto perturba a circulação da energia.

Estes exercícios podem ser feitos três vezes. No decorrer da primeira série, a expiração far-se-á docemente, enquanto que na segunda, mais profundamente, e para terminar, muito profundamente. Esta técnica de respiração, que acompanha a concentração mental, age de uma maneira subtil e poderosa sobre o espírito, sobre a circulação da energia e sobre o corpo. No fim do exercício, considera-se que os canais subtis estão completamente limpos: tudo se torna perfeitamente límpido e transparente.

Alternância de concentração e repouso (na meditação budista)
Estar fisicamente num lugar tendo o espírito noutro, não é difícil, todos sabemos como isso se faz: a maior parte do tempo o espírito está disperso e galopa em todos os sentidos. Saber centrá-lo e repousar é um verdadeiro trunfo, particularmente num mundo onde projectos e actividades são incessantes. O treino da concentração num ponto é um meio excelente de aí chegar.

No caso presente, a respiração será o objecto da concentração. O exercício consiste em estar atento à respiração durante alguns minutos, o que conduz a um estado de calma. Experimente contar tranquilamente os movimentos da respiração, sem alterar o ritmo natural e sem se distrair um instante sequer, a fim de estar realmente presente, aqui e agora. Uma vez que o espírito fique perfeitamente focado no vaivém da respiração durante sete respirações, será possível prolongar a duração da concentração e contar onze respirações, vinte e uma ou mais.

Duma maneira geral respiramos pelo nariz. Quando estamos ao pé do mar, ou na montanha ou num lugar desimpedido em plena natureza, podemos respirar suavemente pela boca, os lábios entreabertos.

É conveniente alternar cada período de concentração com um momento de descanso de duração equivalente ou, sem contar nem se concentrar seja sobre o que for, procura-se ficar simplesmente no aqui e agora. A alternância destas duas fases evitam o defeito de uma grande crispação e permite que a energia se equilibre de uma maneira harmoniosa.

Praticada regularmente, esta técnica traz uma clareza de espírito cada vez mais profunda que acalma o corpo e o espírito. É um treino muito útil, para si mesmo e para todos os seres, Assim que ele for explicado em detalhe no capítulo dedicado à técnica do tonglen, podemos ajudar os seres apoiando-nos na respiração. Quando inspiramos tomamos os seus sofrimentos e quando expiramos deixamos verter sobre eles rios luminosos de compaixão.

Tonglen: Trocar a Felicidade pelo Sofrimento
Para começar uma sessão consagrada à prática da troca (tonglèn), adoptamos a postura em sete pontos e aplicamo-nos aos exercícios de respiração e de concentração que já foram referidos. Uma vez o espírito estabilizado, meditamos sobre a compaixão: desejamos que todos os seres sejam libertos do sofrimento e das causas do sofrimento, Depois, seguindo o ritmo natural da respiração, consideramos que, quando inspiramos, tomamos o sofrimento de outrem, visualizado sob a forma de uma nuvem escura. A compaixão que sai agora impetuosamente em si, transforma esta nuvem em luz que, pela expiração, se propaga a todos os seres. Esta imensa claridade dissolve os seus véus mentais e enche-os de paz e de bem-estar, tão simplesmente como se ligássemos o interruptor para acender uma luz que dissipa instantaneamente todas as trevas do mundo.

Todas as espécies de circunstâncias podem ser postas à prova para praticar a troca. Estamos ao pé do mar? Pensemos na multidão que povoa os oceanos e entreguemo-nos ao tonglèn. É certo que, à primeira vista, os seres marinhos não se parecem connosco. Mas o seu espírito não difere fundamentalmente do nosso. A sua forma actual é o resultado dos seus actos anteriores. Como todos os seres do universo, eles procuram o bem-estar e temem o sofrimento. Os grandes peixes comem os pequenos, as espécies minúsculas devoram os grandes, e todos são pescados pelo homem. A sua vida não é mais que incerteza e terror. Desejemos tomar esse sofrimento mental e físico para dar em troca rios de luz e de compaixão.

Estamos de passagem por uma grande cidade? Pensemos em todas as pessoas que aí vivem, em todos os seres, visíveis ou não, que a povoam, e pratiquemos a troca.

Quando nos aplicamos a ajudar os outros de esta maneira, apagamos pela mesma ocasião os traços que os actos negativos imprimiram na nossa consciência fundamental. Um treino assíduo permite mesmo, a longo prazo, apagar os traços de outrem.

No momento de inspirar, não deixe que o medo de não poder assumir todo o sofrimento o faça hesitar. O pensamento do despertar é suficientemente poderoso para transformar tudo. É a este pensamento que devem apelar com todas as vossas forças. Este amor é inerente a cada ser. Mesmo o predador mais feroz é sensível à fragilidade e ao sofrimento dos seus filhotes; para protegê-los e alimentá-los, ele enfrenta todos os perigos.

Esta bondade profunda está adormecida em cada um de nós, sendo preciso acordá-la: ela é a aliada mais poderosa para transformar o sofrimento em liberdade.

Talvez achem surpreendente considerar os seres humanos, animais e outras formas de vida como nossos semelhantes em espírito? Na realidade, não é do ponto de vista da aparência que eu os comparo, mas do da sua natureza fundamental. A maneira através da qual cada ser se manifesta é função da forma física que ele se reveste, e depende dos limites desta. Cada vez que um ser muda de corpo, ele é como um viajante que muda de hotel e que pode encontrar-se um dia no mais simples albergue e no dia seguinte num palácio. As condições exteriores variam mas o viajante não muda. Da mesma maneira, os seres podem renascer dentro de um ou outro dos seis mundos de existência, pois o seu potencial profundo não se altera.

Nos já vimos que o espelho da nossa vida presente reenvia a imagem dos nossos actos passados, e que a vida futura será o reflexo dos nossos actos presentes; daí a importância de ensinar a todos a não-violência. É um meio seguro de obter, a breve ou a longo termo, a paz para si mesmo e para os outros.

Talvez se interroguem sobre a justificação dum treino como o da troca. Não é desperdiçar o seu tempo em vez de consagrar alguns minutos ou algumas horas da vida quotidiana a praticar? Não de todo. O treino permite em primeiro lugar compreender melhor o sentido da vida, e revela-se a seguir um trunfo precioso no momento da morte. Bem entendido, a morte não é um tema sobre o qual as pessoas gostem de falar. Todavia, uma vez que nascemos, inevitavelmente teremos que morrer um dia. Nesse dia, só o treino espiritual adquirido durante a vida nos ajudará a encontrar a liberdade.

No momento da morte, a consciência deixa o corpo tendo como a sua única bagagem o karma resultante dos seus actos passados. Tal como a sombra segue o corpo, os resultados dos actos benéficos ou nocivos seguem o princípio consciente. No momento da passagem, se o espírito estiver todo impregnado de benquerença e de compaixão, a experiência da morte, tal como as condições da vida futura serão inteiramente transformadas. Eis porque esta fase é crucial, e é importante fazer com que estes pensamentos se tornem familiares durante toda a vida presente. O treino de tonglèn fará com que, no momento da morte, eles voltem naturalmente ao espírito.

A prática da troca será assim uma grande ajuda durante essa travessia perigosa. Poderemos aplicar esse treino quando um parente, um amigo ou um animal familiar se encontra no seio da morte. Assistir a um moribundo na fase crítica pode constituir uma verdadeira salvação. É preciso, no momento em que a consciência deixa o corpo e começa a errar no estado intermediário, ser capaz de tomar o sofrimento para, em troca, inundá-lo de luz.

Nos estados próximos da morte, o espírito passa por experiências comparáveis às vividas nos sonhos: durante o sono o corpo está imóvel enquanto que o espírito continua a funcionar, e conhece uma imensidão de experiências. Imediatamente após a morte, o corpo, inerte, é abandonado, mas o espírito continua a viver toda a espécie de acontecimentos. As primeiras percepções estão principalmente relacionadas com recordações da vida que acabamos de deixar. A seguir entramos numa fase onde se vê o que será a próxima vida. Tudo é vivido no plano mental e subtil.

Antigamente, existia quase em todo o lado uma tradição de acompanhar os moribundos. Hoje em dia isso faz imensa falta. A maior parte das pessoas não quer sobretudo pensar na morte, e assistir a alguém nesses momentos que precedem a morte e que a seguem está frequentemente fora do seu alcance. Eles não dispõem de tempo suficiente ou, muito simplesmente, não sabem o que fazer. Muitos pensam que só um padre está indicado para fazer o que é preciso para acompanhar aqueles que partem. Na realidade, cada um pode desenvolver a capacidade de socorrer os moribundos com a ajuda de pensamentos positivos e de oração, já que todos os seres sem excepção partilham desta base comum que é a natureza do despertar.

Nós veremos nos capítulos seguintes os treinos que associam o tonglèn às meditações sobre o amor, a compaixão. A alegria e a imparcialidade; esses são os utensílios de primeira importância que nos servirão para toda a vida.

No dia-a-dia, praticar a troca facilita de imediato a comunicação e apazigua rapidamente qualquer conflito. Nós estamos de facto sempre fortemente inclinados a nos queixarmos perante as dificuldades, atirando constantemente a culpa para cima dos outros: pai, mãe, o patrão, o vizinho, o governo ou a sociedade... Não será mais inteligente inverter esta atitude e questionarmos a nós próprios? Não teremos nós uma parte da responsabilidade em tudo o que nos acontece? Esta maneira de pensar apresenta pelo menos uma vantagem: em vez de nos pormos no papel de vítimas, somos livre de trabalhar sobre nós mesmos para agir sobre a situação. (Será que o Venerável Mestre lê as minha previões no Sapo? )

Excertos extraídos do livro "Diamant de Sagesse" do Ven. Mestre Tulku Pema Wangyal Rinpoche
 
sinto-me: Budica
música: Om mani padme
publicado por esferafeminina às 18:47

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19 comentários:
De Kianart a 30 de Janeiro de 2009 às 10:28
Bom dia Vera,
Mais um tema que convida a reflexão e metidação...a porta que nos leva á essencia do nosso ser ;)
De que vale ter um corpo bem cuidado se muitas vezes nos esquecemos de tratar do nosso espirito?!?
Um bom ano de 2009 para si ;-)
Beijinho
De esferafeminina a 10 de Fevereiro de 2009 às 01:12
É verdade, Kianart, e sabe tao bem meditar. É dificil, sim é, mas o resultado é óptimo.
Bom ano pra si tb!
De Miguel Sousa a 1 de Fevereiro de 2009 às 14:38
Olá Vera.
É muito bom ler o que escreve. Tem uma maneira peculiar de abordar temas que considero essenciais à nossa vida. No nosso dia-a-dia deveríamos tomar mais decisões com o coração e não com a razão.
Quero deixar-lhe um tema para desenvolver no blog. Gostaria de saber a sua opinião acerca do Exorcismo e a prática deste nos dias que correm.
Porque é que a igreja católica encobre, e até repudia, tal acto. Sempre que se fala do assunto as pessoas fecham-se e dizem que é uma treta. Será?
Não consigo perceber porque é que as pessoas não colocam em causa a existência de Deus (aquelas que acreditam da sua existência) e negam afincadamente a existência de espiritos malignos (daí a prática do exorcismo) bem como desacreditam pessoas com capacidades suficientes para tratar destes assuntos, nomeadamente os videntes.
Desde já o meu muito obrigado pela atenção.
Fique bem
De esferafeminina a 10 de Fevereiro de 2009 às 01:08
Obrigada Miguel Sousa pelo seu comentário.
Deixe-me pensar se tenho alguma coisa a dizer desse tema, pq lá dizia o mestre; senao tiveres nada de interessante para dizer, cala-te
De ANA a 3 de Fevereiro de 2009 às 23:03
OLA VERA,parabens por mais um belo tema que pos em debate,mas sinseramente o que me trouxe cá hoje foi para lhe pedir uma ajuda... Falta um post no nosso cantinho,o ultimo que escreves te!!! o que lhe aconteceu??? Fiquei triste porque ja á uma semana que não falo com o meu Querido Amigo C!rano. Um beijo a todos que fazemos deste cantinho tambem um local de reflecçao.... Ana
De esferafeminina a 10 de Fevereiro de 2009 às 01:10
Obrigada pela sua atenção e pela sua presença neste nosso cantinho, querida Ana.
De ANA a 13 de Fevereiro de 2009 às 16:19
OLA VERA é com todo o gosto e alegria que todos os dias visito o nosso cantinho. liberta me a alma e deixa me libertar por vezes males que sentimos. gosto muito de si e de todo o seu trabalho. que DEUS te ilumine todos os dias e te continue a dar a força que todos nós precisa mos.. beijinhos ANA OBS: C!rano amigo volta!!!!
De Duca a 8 de Fevereiro de 2009 às 15:24
O texto está excelente.
A meditação funciona comigo, sinto-me revigorada e leve. Basta acalmar a mente e os pensamentos por 1/2 minutos.
Mas isso dura pouco... :( é apenas um escape temporário.
O q fazer qd existem demasiados ruidos à volta, pessoas a discutir, más vibrações, desorganização, padrões q se repetem vezes e vezes sem conta?
O q fazer qd tento constuir uma vida nova mas tudo e todos à volta me tentam arrastar p os modelos de acção do passado?
Pergunto até q ponto é possivel mudar/melhorar as coisas. a esperança è a penultima a morrer e a minha já morreu :(
De ANA a 8 de Fevereiro de 2009 às 15:41
OLA DUCA,na minha opiniao tens que te desligar de tudo o que te perturba,bem sei que nao e facil mas com calma e muita percistencia vais conseguir.... Não deixes que nada nem ninguem perturbe a tua vida,constroi a tua vida sem estar a pensar(e se nao der certo?). Nunca saberás que nao tentares... Penso que sejas nova neste nosso cantinho por isso aproveito para te dar as boas vindas a este cantinho tao especial. beijinhos Ana. OBS:C!rano volta Amigo
De Duca a 10 de Fevereiro de 2009 às 20:57
Agradeço as tuas palavras :)
Kiss*
De Renascer a 1 de Julho de 2009 às 18:34
Olá Ana!
Sei que não nos conhecemos, mas sinto que hoje preciso dedicar-lhe este texto:

Tudo são flores? e pastos verdes?
Sabes que não. Nem sempre.
Mas a promessa diz fielmente
Que nada te faltará.

Por que temores? Deus falha?
Eu sei que não. Não falha.
Que tudo mude, tenho a promessa
De que Ele comigo está.

Eu sei em quem tenho crido.
Ele criou céus e terra,
Me fez e por mim se deu.
Por isso, rujam as águas,
No que me falou, espero.
Fiel é o que prometeu.

De esferafeminina a 10 de Fevereiro de 2009 às 01:04
Lembro que uma vez no mosteiro onde vou de vez em quando, uma monja contou-me que esteva a viver no meio da cidade de Calcutá, lá bem no meio daquelas ruelas estreitas e... malcheirosas . O Mestre dela pedia que meditasse 4h por dia, mas ela coitada queixava-se pq era muito barulho. Ele respondeu com um sotaque carregado e chio de entusiasmo: Good pratice, good pratice !!!

Nao podemos mudar o mundo, Duca, apenas podemos mudar o nosso mundinho... ou seja, estruture-se e vai deixar de dar importancia aos "ruidos".
De Duca a 10 de Fevereiro de 2009 às 20:55
o mal é que me foco nos sons e lhes atribuo um significado. por vezes é dificil não reagir, especialmente qd são feitos por pessoas..
talvez eles sejam um reflexo do meu ruido mental?! :P

good practice, more practice :)
kiss**/
De Mimirose a 9 de Fevereiro de 2009 às 19:26
Vera,

Leio sempre os seus horóscopos semanais há muito tempo e gosto muito!!

Sou caranguejo e perdidamente apaixonada por um gémeos!! Uma tarefa difícil esta relação ;)

Ao ler algo relativo ao signo de gémeos menciona sempre que são infiéis não será uma generalização? o que acha disso?
De esferafeminina a 10 de Fevereiro de 2009 às 01:06
Claro que é uma generalização; Mimirose. Ai como detesto descrições banais. Não se deixe influenciar por isso, sim?
De Mimirose a 11 de Fevereiro de 2009 às 01:01
Obrigada Vera,

não é que me deixe influenciar mas não é agradável ler sempre isso se bem que só gosto de a ler a si ;)

Beijinhos
De zeza a 12 de Fevereiro de 2009 às 11:51
Olá Vera..sou a zezinha a menina que foi mae aos 44 anos do Ricardo Jose..ainda se lembra?ontem comentei o post que me apareceu em 1º.. mas nao era este..e o comentario puff.. desapareceu.. ou nem entrou..queria mandar-lhe um grande bjo..enviei-lhe mail.. com algumas fotos.. sei que vai gostar..adorei o texto..mas quer lê-lo com mais atenção..mil bjos doces

Ah também tenho um blog.. lol
htpp://meus-pulguinhas.blogspot.com
De Renascer a 18 de Junho de 2009 às 22:09
Medito...O dia nasce!

O dia nasce
Busco a Tua face
Cheia de esplendor

Estende sobre nos
O manto da Tua paz
Soe a Tua voz de amor

Derrama as Tuas bençaos
As dadivas perfeitas la do alto
Esconde-nos na sombra das Tuas asas
E guarda-nos na concha da Tua mao

O dia nasce
Busco a Tua face
Cheia de esplendor

Brilhe sobre mim
A luz do Teu rosto

Seja o Teu amor
Como um rio sem fim
Alagando o mundo ao meu redor

Amado Senhor
Eis a serva aqui
Buscando a Tua vontade
Dependendo de ti

Neste dia que nasce
Mostra-me a Tua face
De compaixao e amor
Senhor meu Deus
De Renascer a 26 de Junho de 2009 às 18:17
Eu vi o arado sulcando a terra,
E meditei:
A minha vida é como um campo
Sob o olhar do Senhor;
_Onde irá crescer
O precioso grão?
Onde, a fé? Onde, o amor? A compreensão?
_No sulco aberto pela dor.

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Quem sou eu

Desde sempre procurei respostas para as discrepâncias sociais e outras, existentes no mundo. Ainda continuo à procura, apesar de já ter uma vaguíssima ideia do que pode estar por detrás das aparentes desigualdades. Os Deuses não são injustos, o Universo tem uma Ordem que está para além do nosso entendimento. Tudo tem um sentido Maior. Os Deuses esperam-nos.

Acerca de mim

Vera Xavier
Taróloga desde 2002, trabalha como Terapeuta de Desenvolvimento Pessoal, Reiki, Cura Quântica e Leitura da Alma. Ministra cursos de Meditação, Tarot e Reiki Magnificado.

Consultas & Cursos

Consultas de Tarot e Desenvolvimento Pessoal
Terapias de Reiki e Cura Quântica
Cursos de Reiki Magnificado e de Meditação (mensais) Rua Tomás Ribeiro, 45 - 7º, esquina com A. Fontes Pereira de Melo, Lumiar, Lisboa geral@veraxavier.pt Telefones: 931168496 www.veraxavier.com Vera Xavier

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